quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Escola, família e sociedade numa visão psicopedagógica - parte 2
Assim, como a família, a
escola é muito importante, e atualmente, faz parte da vida da criança muito
cedo. O que se espera é que esse encontro seja favorável e frutífero. Mas,
infelizmente, nem sempre é assim. Porque os tempos mudaram, as pessoas mudaram,
mas o sistema escolar ainda não conseguiu acompanhar o ritmo. Neste contexto, ao
invés da escola (corpo docente) se preocupar em transmitir a informação, ela
deveria se preocupar com o desenvolvimento das competências do aluno, lançando
mão de meios, estratégias e recursos para alcançar o seu objetivo que é formar
um cidadão consciente dos seus direitos e deveres, que se respeita e respeita
outro, inserindo-o na sociedade, no meio.
A sociedade, por sua vez, busca
bons resultados, a competência, o ideal. E quem não se encaixa neste perfil, é
covardemente ignorado ou excluído. As consequências podem ser desastrosas e
cruéis. Infelizmente, isso também pode acontecer na escola quando, o aluno não
consegue atender as expectativas impostas pela instituição (comunidade escolar),
o que pode provocar um problema de aprendizagem.
A aprendizagem acontece
durante toda a vida em todo momento, e junto também surgem às dificuldades.
Neste contexto, o papel do
Psicopedagogo é fazer a mediação entre a mente e a aprendizagem do indivíduo.
Para isso, ele conta com a ajuda da família, da escola, da sociedade e de
outros profissionais, para alinhavar os fatos que o levará a traçar estratégias
para resgatar este cliente e com o tempo, sendo otimista, levá-lo a escrever
uma história de superação e sucesso.
O Pp é um profissional
importante, porque se preocupa com o desenvolvimento da aprendizagem. No
entanto, é preciso ser paciente, otimista, persistente, objetivo e determinado
para alcançar a vitória de poder ajudar alguém a se ajudar...
CP
ATÉ!
Escola, família e sociedade numa visão psicopedagógica - parte 1
A Psicopedagogia nos leva a
estudar as teorias do desenvolvimento para entender o indivíduo e o desenvolvimento
da aprendizagem. A fórmula, ou seja, os elementos necessários para que aconteça
a aprendizagem: é o corpo, a alma e os estímulos.
O trabalho do psicopedagogo
começa quando a deficiência no indivíduo é a falta de estímulo. O estímulo é necessário
para o indivíduo não retroceder.
Para compreender o motivo do
problema de aprendizagem é preciso interagir com diversos fatores através da
investigação com a família, escola e o meio.
A família é um eixo
importante para conhecer melhor esse indivíduo, pois ela tem um papel muito
importante na vida dele; é a primeira instituição social com a qual a criança
tem contato.
Por isso, o Psicopedagogo precisa conquistar a confiança
da família para se inteirar das informações pertinentes; torna-se necessário saber
tudo referente ao “cliente”. Isso é possível ao proceder a anamnese, ou seja,
trazer a lembrança à história de vida da criança, como foi o desenvolvimento
quanto ao aspecto psicológico, físico, emocional, social, motor e cognitivo.
CONTINUA...
ATÉ!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Por que é importante viver a psicomotricidade? Parte 2
As atividades
psicomotoras precisam acontecer e devem ser organizadas: ter início, meio e
fim, num local apropriado e com os materiais necessários; o professor precisa promover
estes momentos com objetivos e assumir uma postura de observador para que possa
interferir no processo de desenvolvimento. Como afirma Oliveira (1997), muitos
professores, preocupados com o ensino das primeiras letras, e não sabendo como
resolver as dificuldades apresentadas por seus alunos, várias vezes os
encaminham para as diversas clínicas especializadas que os rotulam como
“doentes”, incapazes ou preguiçosos. Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam
ser resolvidas dentro da própria escola.
Enfim,
é importante viver a Psicomotricidade na escola, na clínica, na empresa etc.,
pois os benefícios são muitos. Na ludicidade, jogo, leitura, dança, música
etc., o indivíduo irá explorar o espaço em que se encontra, confrontar com as
diferenças, reformular conceitos, fazer ligações afetivas, reconhecer seu corpo
e o do outro e daí por diante. Conforme, Lapierre (1986), a educação
psicomotora tem por objetivo não só a descoberta do seu próprio corpo e
capacidade de execução do movimento, mas ainda a descoberta do outro e do meio
ambiente, utilizando melhor suas capacidades psíquicas, facilitando a aquisição
de aprendizagens posteriores.
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