sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Por que é importante viver a psicomotricidade? Parte 2

           

        As atividades psicomotoras precisam acontecer e devem ser organizadas: ter início, meio e fim, num local apropriado e com os materiais necessários; o professor precisa promover estes momentos com objetivos e assumir uma postura de observador para que possa interferir no processo de desenvolvimento. Como afirma Oliveira (1997), muitos professores, preocupados com o ensino das primeiras letras, e não sabendo como resolver as dificuldades apresentadas por seus alunos, várias vezes os encaminham para as diversas clínicas especializadas que os rotulam como “doentes”, incapazes ou preguiçosos. Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas dentro da própria escola.
            É preciso também levar em consideração as emoções, como enfatizou Wallon, que tem papel preponderante no desenvolvimento da pessoa. É por meio delas que o aluno exterioriza seus desejos e suas vontades. Como incentiva Cury (2003, p. 71), estimule seus alunos a abrir as janelas da mente, a ter ousadia para pensar, questionar, debater, romper paradigmas.

         Enfim, é importante viver a Psicomotricidade na escola, na clínica, na empresa etc., pois os benefícios são muitos. Na ludicidade, jogo, leitura, dança, música etc., o indivíduo irá explorar o espaço em que se encontra, confrontar com as diferenças, reformular conceitos, fazer ligações afetivas, reconhecer seu corpo e o do outro e daí por diante. Conforme, Lapierre (1986), a educação psicomotora tem por objetivo não só a descoberta do seu próprio corpo e capacidade de execução do movimento, mas ainda a descoberta do outro e do meio ambiente, utilizando melhor suas capacidades psíquicas, facilitando a aquisição de aprendizagens posteriores.


POR QUE É IMPORTANTE VIVER A PSICOMOTRICIDADE? Parte 1


Todo ser humano é permeado por emoções, sensações, percepções, inteligência, massa... Por isso, este conjunto precisa estar em sintonia para que se desenvolva bem.
A Psicomotricidade nos revela várias verdades acerca dos domínios do comportamento do corpo em movimento, da cognição e da afetividade.
A Psicomotricidade constitui-se como elemento básico para o processo de aprendizagem, pois engloba vários movimentos que são fundamentais, como: esquema corporal, lateralidade, estruturação espacial, orientação temporal e pré-escrita. Quando ocorrem dificuldades nestes movimentos, a criança poderá ter prejuízo na aprendizagem como problemas na escrita, na leitura, na direção gráfica, na distinção de letras, na ordenação de sílabas, no pensamento abstrato (matemática), na análise gramatical, dentre outras. De acordo com Oliveira (1997) não adianta somente discutirmos os porquês das dificuldades de aprendizagem. É preciso propor caminhos que possam se não solucionar, pelo menos diminuir alguns destes problemas que são tão dolorosos para a criança – como ver suas chances diminuídas por problemas que são alheios a ela.
Por isso, a Psicomotricidade é importante porque tem por objetivo não só a descoberta do seu próprio corpo e capacidade de execução do movimento, mas ainda a descoberta do outro e do meio ambiente, utilizando melhor suas capacidades psíquicas, facilitando a aquisição de aprendizagens posteriores (Lapierre, 1986).
Wallon e Piaget colocam em evidência o papel da atividade corporal no desenvolvimento das funções cognitivas. Wallon (1942) afirma que o pensamento nasce da ação para retornar a ele. Piaget (1936) sustenta que, mediante a atividade corporal a criança pensa, aprende, cria e enfrenta problemas de sua vida cotidiana.
        continua...

domingo, 13 de novembro de 2016

O papel do psicopedagogo em relação ao bullying

Adalgisa Conceição Ferreira da Silva

 Alice Maria Figueira Reis da Costa


RESUMO – Nosso interesse pelo bullying partiu inicialmente do destaque desse assunto na mídia, e de como esse problema pode afetar nossa escola. O estudo dessa temática teve como ponto de partida conversas com professores, especialistas, funcionários e depois com pais e comunidade. Por essas discussões que ocorreram em várias redes sociais de diferentes níveis socioeconômicos, de um caso concreto diagnosticado dentro de sala de aula, se fez necessário este estudo direcionado ao processo educacional para que os membros da comunidade escolar estejam atentos a esse vilão que permeia a educação do século XXI e elaborem planos de ação em que valores éticos e políticos tão esquecidos em tempos atuais onde o individualismo impera, contribuem para que a prática do bullying venha a diminuir e até mesmo se extinguir de nossas escolas.


Fonte: http://www.abpp.com.br/revistas/revista-psicopedagogia-94.pdf

12 de novembro - dia do Psicopedagogo

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quarta-feira, 19 de outubro de 2016


O papel do psicopedagogo em relação ao bullying

Adalgisa Conceição Ferreira da Silva; Alice Maria Figueira Reis da Costa


RESUMO – Nosso interesse pelo bullying partiu inicialmente do destaque desse assunto na mídia, e de como esse problema pode afetar nossa escola. O estudo dessa temática teve como ponto de partida conversas com professores, especialistas, funcionários e depois com pais e comunidade. Por essas discussões que ocorreram em várias redes sociais de diferentes níveis socioeconômicos, de um caso concreto diagnosticado dentro de sala de aula, se fez necessário este estudo direcionado ao processo educacional para que os membros da comunidade escolar estejam atentos a esse vilão que permeia a educação do século XXI e elaborem planos de ação em que valores éticos e políticos tão esquecidos em tempos atuais onde o individualismo impera, contribuem para que a prática do bullying venha a diminuir e até mesmo se extinguir de nossas escolas.




Fonte: http://www.abpp.com.br/revistas/revista-psicopedagogia-94.pdf

Até!!