quarta-feira, 9 de setembro de 2015

CONHECENDO O CÉREBRO!



                                   
O cérebro comanda todo o corpo, processa as informações e executa as ações desde a mais simples até as mais complexas. É um músculo, quanto mais for exercitado, maior e melhor torna-se a sua capacidade.
O cérebro é uma máquina de 100 bilhões de neurônios. É preciso estimulá-lo e alimentá-lo bem: comendo as proteínas necessárias e bebendo água para hidratá-lo. Ele capta as informações e transforma em conhecimento. O cérebro armazena, mas para armazenar precisa experimentar, ou seja, utilizar os cinco sentidos (lóbulos) para que a aprendizagem seja significativa, pois caso o indivíduo não aprende de um jeito aprenderá de outro.
O neurônio é a célula que compõe o Sistema Nervoso e a atividade neuronal representa a comunicação entre neurônios, ou seja, uma c élula liga com a outra célula através do impulso nervoso e vai formando uma rua, as sinapses. É preciso manter o nosso cérebro em permanente atividade, não apenas para favorecer nosso crescimento intelectual, mas também para manter nossa saúde mental. O cérebro está sempre se modificando e, a cada nova experiência, novas conexões neurais são produzidas, e um maior estoque de conexões é garantia de mais recursos, até mesmo diante de derrames e outras doenças debilitantes.  



Para isso, o cérebro precisa ser estimulado na dose certa para que desenvolva o seu potencial. É importante saber também que ele precisa ser alimentado permanentemente com desafios, exercícios, leituras e novas aprendizagens, pois como afirmam os cientistas, “o cérebro prospera na novidade”. 
O profissional da educação trata com pessoas e isto envolve comportamento, cognição, afetividade e etc. Conhecer como o cérebro aprende é um instrumento muito valioso para o desenvolvimento do ensino e aprendizagem, além de compreender a estrutura e organização do sistema nervoso e entender os fatores que influenciam a aprendizagem e as dificuldades.
                                                                                                                                                      ATÉ!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

REFLEXÃO



 “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana.” (Carl G. Jung)

 A psicopedagogia, segundo Fagali (2008) surgiu como uma necessidade de compreender os problemas de aprendizagem, refletindo sobre as questões relacionadas ao desenvolvimento cognitivo, psicomotor e afetivo, implícitas nas situações de aprendizagem.
A Psicopedagogia vem atender uma demanda: as dificuldades de aprendizagem, em todos os níveis.
Não há dúvidas que, a competência é um elemento primordial para o sucesso do trabalho. Por isso, o profissional psicopedagogo precisa ter o respaldo teórico; precisa conhecer as leis, os regimentos, regras, e etc., para tomar decisões amparadas por lei, pela ética e pelos fundamentos teóricos.
Diante disso, o psicopedagogo tem os parâmetros para analisar e avaliar cada caso, e assim, direcionar as suas ações respeitando o ritmo e a vivência de cada indivíduo.
Todavia, o psicopedagogo, insisto, deve buscar a capacitação, conhecer as teorias de aprendizagem, metodologias ou técnicas e estudar muito, a fim de entender sobre afetividade, cognição e mundo inconsciente. Também precisa acreditar e não perder o seu objetivo. É preciso olhar o outro como um desafio.
O Psicopedagogo trabalha diretamente com questões ligadas à afetividade e à cognição. Por isso, torna-se necessário buscar estes saberes para desempenhar o seu papel. Jean Piajet reconheceu a importância do afeto no desenvolvimento intelectual, mas Wallon se aprofundou mais nesta questão, afirmando que a criança é essencialmente emocional. Mas, para que haja o desenvolvimento cognitivo é preciso saber quando o indivíduo está pronto para aprender.
No entanto, diante das técnicas, leis, teorias e saberes adquiridos, o psicopedagogo precisa compreender que cada indivíduo é único e especial; que precisa de cuidados específicos, ser ouvido e respeitado.
O Psicopedagogo é o profissional da aprendizagem; precisa observar o tempo todo,  ter sensibilidade e toda uma dinâmica para alcançar aquele indivíduo em suas necessidades. É preciso criar vínculo, valorizar, levar o indivíduo a pensar, a querer aprender e a querer fazer as atividades.
Entendo que as técnicas, métodos entre outros suportes são essenciais para o desenvolvimento do atendimento, mas o olhar, o sentir, o falar, o escutar, o sorrir, o chorar também faz parte do percurso do trabalho e não pode ser ignorado.
O profissional precisa ser sensível e usar de bom senso para percorrer cada etapa junto com o cliente, e a partir daí fazer as conexões de tudo o que foi realizado para construir a hipótese. 
(Minha pequena e simples reflexão sobre  o pensamento acima de Carl G. Jung)

Mário Sérgio Cortella - Café Filosófico - A Criança Em Seu Mundo

Educação x Escolarização - MÁRIO SERGIO CORTELLA